A casa estava em silêncio, apenas interrompido pelo som da água correndo no chuveiro. Madelaine havia voltado, mas sua presença não trazia a calma que todos esperavam. Jamal, com o olhar preocupado, sabia que as palavras não eram suficientes para curar as feridas.
— Está tudo bem com ela? — perguntou, tentando sondar os sentimentos de Madelaine.
— Na verdade, não está muito bem — admitiu, com a voz trêmula. — Mesmo quando tenta ser forte, eu sei que ela está quebrada por dentro. É lógico que esteja assim; quase nada passou desde que tudo mudou.
Jamal assentiu, compreendendo a profundidade da dor. As palavras eram um consolo fugaz, e ambos sabiam que a situação exigia mais do que isso.
— Ela ainda precisa de tempo — disse Jamal, finalmente, como se isso pudesse aliviar um pouco o fardo.
Madelaine se despediu com um gesto e se dirigiu ao chuveiro, deixando para trás Jamal, que não podia evitar sentir uma pontada de tristeza por ela.
Por outro lado, Aisha tentava fechar os olhos, mas sua