O despertador tocava. Noa tateava procurando o aparelho infernal para desligá-lo. Conseguiu apagá-lo para voltar a se enrolar nos cobertores quentinhos. Cinco minutos depois, a morena lembrou que precisava levantar. Apresada, deu um chute para jogar os cobertores para longe. Entrou no banheiro para se arrumar; escovou os dentes e depois tomou um banho rápido.
— Droga! — exclamou irritada. — Noa, logo no seu primeiro dia, como é que você vai acabar dormindo de novo...
Fez silêncio. Alguém bat