Sentiu as pálpebras pesadas e ardendo, já passava das quatro da manhã. Bocejou e depois guardou o celular de volta no bolso do moletom.
— Droga, Noa — resmungou a morena, impaciente, dando outro bocejo longo.
Levou um susto quando a luz se acendeu.
— Mas que diabos...? — exclamou a morena, surpresa por ter sido descoberta.
— Senhorita Pérez, essa não é hora de se chegar — repreendeu uma voz conhecida por Noa.
— Betany! — exclamou a babá, sem saber o que fazer ou dizer para a governanta.
— Esper