Sem pensar, saí correndo.
Era dia, mas a floresta estava completamente tomada por uma neblina densa e branca, que enrolava entre as árvores como um véu fantasmagórico. A visão não ia além de alguns metros.
O ar estava terrivelmente gelado, um frio que penetrava a roupa e queimava a pele, um frio que parecia carregado de aviso, de dor, de morte. Cada respiração que eu soltava se transformava em fumaça diante de mim, como se até o ar estivesse morrendo.
Corri diretamente em direção ao ponto onde