(POV DAMIEN)
As palavras de Adrian continuavam zunindo no meu ouvido, mas os meus olhos não conseguiam sair de Evelyn. O celular parecia pesado na minha mão. O império Blackwood, a estrutura de bilhões que eu passei a minha vida inteira blindando e gerenciando, estava balançando na corda bamba com a iminente morte do meu avô. E a ironia doentia era que, no meio do colapso do meu mundo corporativo, a única coisa que ainda me prendia ao chão era a mulher nua e borrada de maquiagem na minha frente