(POV EVELYN)
O silêncio que se seguiu àquelas cinco palavras foi mais ensurdecedor do que o estrondo do nosso sexo minutos antes.
Eu continuei estática na borda da mesa de mármore, com as pernas ainda frouxas ao redor da cintura de Damien, sentindo o suor esfriar na minha pele nua. Minhas mãos, que antes arranhavam as costas dele, pararam no ar. Meu coração, que batia de forma desgovernada pelo orgasmo, pareceu errar uma batida completa.
Eu amo você, Evelyn.
A voz dele não tinha saído com a arr