Oryan
Hanna sorriu como se não acreditasse. Mas ela era orgulhosa e não gostava de ser provocada, como sempre, caía facilmente no meu jogo.
— Você se diverte e eu não? Assim não tem a menor graça.
— Hum… Então, se me ferir, te concedo um desejo — sugeri.
— Um desejo? Qualquer coisa?
— Se eu puder realizar, sim.
— Tudo bem. Basta um ferimento, certo? Pode ser coisa mínima e eu ganho.
— Um pequeno arranhão.
— Parece justo. — Ela ergueu a espada e posicionou-se. — Okay, vamos lá. Mas primeiro, tir