Hanna
Maia me puxava com calma pelo corredor iluminado por tochas, havia algumas portas de ferro, eu não fazia ideia de que lugar era esse.
— Será que poderia me arrastar de outra maneira? Eu ainda estou viva — reclamei, ela me puxava apenas por uma perna e só não estava me arranhando nas pedras porque estava de calça e camisa grossa.
— Nem na hora da morte você se cala? Acho que vou arrancar sua língua primeiro.
— Por que vampiros gostam de arrancar a língua dos outros? É um fetiche?
— Chega