Hanna
— Eu não gostei!
— Sabia que quando um humano bebe, seu sangue fica mais saboroso? — Virou-se para me encarar. — É tão saboroso que fica difícil parar.
— Eu não irei mais beber perto de você, pode ter a certeza — afirmei veementemente.
— Acho bom, serva. Eu posso não resistir e morder seu pescoço. — O sorriso provocativo foi visível antes que ele se virasse e continuasse o trajeto.
Respirei fundo e acompanhei, ele estava apressado e eu desnorteada. Eu não devia ter bebido. Mas o que eu