— Tô indo. — Lucretia diz. Suspirando, ela se levanta, dá um beijo na testa de Haylie e sai do quarto.
Enquanto anda pelos corredores, Lucretia vê ômegas, cuidando de seus afazeres, e, quando ela passa, eles não falam nada, mas movem as cabeças um leve e curto aceno silencioso de reconhecimento. Ela faz o mesmo.
Pensar em meses antes. Aqueles mesmos ômegas olhavam para ela com desprezo e nojo. Ela não passava de uma escrava. Agora, eles podiam não reconhecê-la em seus corações, mas respeitava