— Mãe, Kolby não dá a mínima pra mim! — Deidra reclamou ao telefone, jogando-se na cama e encarando o teto, uma expressão de desgosto no rosto. — Tudo o que ele fala é em Lucretia. Que inferno!
— Controle-se! — Jeane rugiu do outro lado da linha. — Ele é o seu companheiro, você carrega a marca dele, não ela! Entendeu? O que você precisa é engravidar!
Deidra soltou uma risada.
— Eu quero saber como, se ele não me toca! Antes, ele ainda fingia que eu era Lucretia. — Ela lembrou com ressentimen