— E você, quem é para nos cobrar? Como vamos saber se você não é o tal vagabundo de quem o "pai" dela falou? — um homem tentou me peitar, querendo justificar a própria covardia.
Ouvi o barulho da porta do passageiro batendo. Foi meu pai quem desceu, assumindo sua postura de autoridade máxima.
— Boa noite, senhores! Sou Reginald Taylor, CEO da Taylor e Associates. E este aqui — ele apontou para mim — É o meu filho, William Taylor, diretor da nossa divisão jurídica. A moça que estava aqui é a noi