Escuto o Carter caminhar de um lado para o outro na sala, com a mente visivelmente trabalhando em um ritmo acelerado. O olhar pesado que ele carregava minutos atrás dá lugar a um brilho súbito de determinação — algo bem mais humano e focado do que a pura paranoia que o consumia.
Ele para de repente e me encara com uma intensidade renovada.
— E a garotinha que fazia companhia para a Rose no orfanato? A Anne? — começa ele, a voz acelerada pelo turbilhão de pensamentos que invade a sua cabeça. — L