Mundo ficciónIniciar sesiónSara acordou com o toque insistente do celular. A música alta preenchia a sala silenciosa, aprofundando a dor de cabeça. Os músculos também demonstravam o desagrado por ter dormido no chão. O dia tomava forma, através do sol vindo da janela aberta. Aos passos trôpegos, levantou-se sem preocupação com a toalha caída ou o corpo gelado. Caminhou até a roupa da noite anterior e buscou o aparelho no bolso da calça.
Mesmo com os olhos inchados pelo choro, identificou o intruso. Castelo havi