Daniel
— Por Deus, pai! — Sem forças nas pernas eu me sento na cama e recebo o seu abraço forte e reconfortante. Contudo, me afasto dos seus braços em um rompante e encaro o meu velho. — Preciso ir vê-la agora! — digo.
— É Claro, meu filho. Eu te ajudo. — Levando-me do leito hospitalar e caminho decidido até a porta. Seguro o trinco e estanco na mesma hora. Olho para trás e encaro os meus pais.
— E o Cris? — inquiro receoso.
— Também está aqui no hospital, filho. Ele foi dopado e ainda não acor