Gìnevra solta mais um suspiro impaciente do outro lado da linha, tratando-me com manifesta superioridade:
— Faça as contas básicas da matemática, Lucrécia. Pare de se fazer de cega! Qual é a idade aproximada daquela criança?
— Eu não sei exatamente! — respondo com rispidez.
— Não cheguei perto daquela peste! Mas os meus homens disseram que deve ter uns oito ou nove meses. Talvez dez, no máximo!
— Pois justamente! — exclama Ginevra, como se explicasse o óbvio.
— É a conta exata do calendário!