Quando chegamos, ele saiu do carro e abriu a porta para mim, esperando que eu descesse. Meu corpo tremeu ainda mais.
— Vamos — ordenou ele.
Sai sem jeito, ainda com as pernas fracas.
Caminhei adiante, sentindo o peso do seu olhar nas minhas costas. Não tinha a menor chance contra ele: parecia uma muralha ao meu lado. Um soco dele, e com certeza eu acabaria ali.
Quando chegamos à porta da frente, me tranquei no lugar.
— Vamos, garota. Abre logo essa porta — rosnou ele, impaciente.
Me