Mesmo horas depois de ele ter partido, eu não conseguia descansar.
Fiquei andando de um lado para o outro, sem parar, e olhei o relógio: a manhã já estava prestes a chegar. Mordi o dedo, tomada pela inquietação. Depois, espreitei pela janela, certificando‑me de que não havia ninguém por perto… e tomei uma decisão.
Abri a porta e saí correndo. Ao aproximar‑me das roseiras, logo avistei a caixa. A peguei e voltei imediatamente, entrando de volta na cabana e trancando a porta com firmeza.
Mas…