Freya
— Você me chamou de prostituta, quis me matar enforcada e ainda me rebaixou não sei quantas vezes. Me diz: por que eu tenho que desculpar você? — Deixei que ele entrasse e reparei não seus gestos, uma arma em sua cintura foi o que chamou sua atenção e me deixou nervosa.
— Tá viajando? Eu não vou usar isso aqui com você. Você não pensa que eu sou capaz de fazer alguma coisa com você? — Permaneci calada, até que ela retirou a arma da sua cintura e colocou em cima da minha cama. — Qual é,