BETTINA
— Mamãe!— o grito rasga a minha garganta, um som agudo que ecoa estridente contra as placas de vidro da estufa de Astoria.
Corro em direção a minha mãe com os braços estendidos, o desespero injetando uma descarga violenta de adrenalina nas minhas veias antes mesmo que o corpo dela toque completamente o chão frio de cimento.
— O meu pai, Francis, move-se em um reflexo rápido, amparando-a pelos ombros com as mãos trêmulas, completamente desesperado ao sentir o peso morto da esposa ceder