CAPÍTULO TREZENTOS E OITENTA — PERDENDO O CONTROLE.
VICTOR BALTIMOR.
Aquelas palavras pareciam não fazer sentido. Meu cérebro simplesmente se recusava a aceitá-las. Senti um aperto no peito. O mundo pareceu parar e meu coração falhou uma batida, depois outra. Fiquei olhando para ele, tentando entender se ouvi bem. Minha garganta secou, mas falei firme.
— Repete, o que você acabou de dizer. Porque acho que não ouvi direito.
Ele fechou os olhos e repetiu.
— Amanda… — Engoliu em seco. — Amanda está morta.
Senti o sangue ferver.
— Abram essa porta!