O sinal do GPS do carro de Alina piscou, me mostrando um posto de gasolina na cidade vizinha e eu não pensei duas vezes antes de seguir até lá apressado, meu coração martelando no peito a cada centímetro que eu chegava mais perto dela, mas algo dentro de mim ainda repetia que não era aquilo, que não estava certo, algo estava faltando. Mas ela tinha que estar lá, não havia outro lugar para que Alina estivesse e eu me negava a acreditar que a tinha perdido para sempre.
Estacionei avistando o carro