Capítulo 62 — Depois da Queda
O ar estava pesado, impregnado de cheiro de ferro, suor e poeira velha. Ferraro foi empurrado para dentro da sala sem janelas, os pés arrastando sobre o chão de cimento frio e áspero, as mãos algemadas nas costas, o rosto cortado, o lábio inchado e o sangue escorrendo devagar pelo pescoço. Mesmo ferido, ele ainda tentava manter a cabeça erguida, o olhar carregado de arrogância, como se ainda tivesse qualquer poder ali, como se ainda pudesse mandar em qualquer coisa