Caetano disparou em direção ao muro sem pensar nas consequências.
A figura já havia desaparecido entre as árvores, mas ele continuava correndo.
Atrás dele, Augusto e dois agentes da Polícia Federal tentavam acompanhá-lo.
— Caetano! Espere! — gritou Laura.
Ele não diminuiu a velocidade.
As folhas secas estalavam sob seus pés enquanto avançava pela mata fechada.
A chuva fina tornava o terreno escorregadio.
Galhos arranhavam seu rosto e suas mãos.
Mesmo com o ferimento nas costas ainda recente, el