Das sete e pouca da noite até por volta das onze e pouco, Renata não sabia quantas latas de cerveja tinha bebido, mas não sentia nem um pouco de embriaguez. Pelo contrário, quanto mais bebia, mais lúcida ficava.
As memórias dela com Lorenzo passavam pela sua mente como um filme em câmera lenta, e a dor em seu peito se espalhava pelo corpo, sem que ela pudesse impedir.
De repente, o celular tocou.
Era uma foto enviada por Carolina, a cena de um painel de propaganda em um ponto de ônibus, com apen