Lorenzo manteve a expressão inalterada, sua voz cortante como uma lâmina:
— Você acha que eu me importo?
Na verdade, Lorenzo sabia muito bem que nenhum dos acionistas confiava plenamente nele. Mas isso não fazia diferença. Ele não precisava ser amado ou respeitado. Bastava que todos soubessem que desafiá-lo traria consequências graves. Isso era mais do que suficiente.
Malom riu com desdém, tentando mascarar sua irritação:
— Muito bem, Lorenzo. Pode ter certeza de que você vai se arrepender disso