Ela cumpre a promessa de me deixar ali e vai embora. Eu fico em um estado de riso tão descontrolado e fraco que nem consigo ir atrás dela; simplesmente encosto na parede para não cair e pego uma taça de champanhe que estava dando sopa. Fico ali, com um sorriso bobo no rosto, fazendo um esforço enorme para não começar a gargalhar sozinho no meio de todo mundo.
De repente, ouço alguém gritar meu nome. Odetta, diz a voz. Sinto um arrepio imediato e me viro. É a Alexa, radiante com aquele barrigão