Sem esperar que eu dissesse mais nada, ele caminhou até a porta, abrindo-a e saindo em seguida, deixando-me completamente sozinha no quarto.
Naquela noite, eu virava para um lado e para o outro na cama, sem conseguir pegar no sono de jeito nenhum. "Por que ele saiu assim?", pensei, intrigada. Eu é que deveria ter medo dele, não o contrário. Frustrada, sentei-me na cama, olhando para o vazio na penumbra. E por que os punhos dele estavam tão machucados? Por que aquelas pessoas da boate pareciam