(Ponto de Vista de Kennedy)
Ainda tentando me recuperar do ataque às minhas narinas, parei novamente quando a ômega abriu a porta do meu quarto e me convidou a entrar. Em teoria, eu já não deveria me impressionar com a grandiosidade daquele lugar, mas o quarto ultrapassava qualquer limite. Com dezoito anos e prestes a terminar o ensino médio, não fazia sentido eu ter um espaço tão exagerado. Caberiam facilmente dois dos meus quartos ali dentro, com sobra, e o de casa estava longe de ser pequeno.