Capítulo 18
(Ponto de Vista de Kennedy)

Ainda tentando me recuperar do ataque às minhas narinas, parei novamente quando a ômega abriu a porta do meu quarto e me convidou a entrar. Em teoria, eu já não deveria me impressionar com a grandiosidade daquele lugar, mas o quarto ultrapassava qualquer limite. Com dezoito anos e prestes a terminar o ensino médio, não fazia sentido eu ter um espaço tão exagerado. Caberiam facilmente dois dos meus quartos ali dentro, com sobra, e o de casa estava longe de ser pequeno.

O tom verde-floresta das paredes impedia o ambiente de parecer fechado e ainda reforçava a atmosfera do quarto. A mobília, toda em madeira cerejeira quente, se dividia entre a cômoda com penteadeira e a escrivaninha ornamentada. Outra parede era tomada por janelas enormes, do chão ao teto, revelando a floresta atrás da casa da alcateia, e foi ali que descobri que uma delas escondia a porta que dava acesso à varanda. "Nossa, talvez nunca quisesse ir embora!" A vista era infinita e o cheiro da fl
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