POV: AIRYS
— Então me beije… e não pare. — Ofeguei, minha boca entreaberta, implorando silenciosamente pelo que eu sabia que viria a seguir.
Um sorriso torto surgiu na curva final de seus lábios antes de ele tomar os meus com fome.
O beijo começou bruto, rude, possessivo. Ele não apenas beijava, ele devorava, explorava, tomava o que queria, como um predador saboreando sua presa. Sua língua invadiu minha boca sem resistência, dominando o espaço, arrancando-me suspiros pesados entre um arfar e ou