Ele se contorceu inteiro na estrutura de ferro, percebendo a armadilha.
— Você me amarrou? Me solte agora ou eu explodo a sua cabeça, sua desgraçada!
— Como? — perguntei, sentindo o lado esquerdo do meu rosto latejar em pontadas. — Vai fazer o quê?
Dei as costas a ele, caminhando até o closet em busca de qualquer frasco de álcool ou perfume.
— Me solte, sua vagabunda! Helena!
Ele começou a gritar no topo dos pulmões. Eu não tinha tempo. Voltei à cama tentando amordaçá-lo com um pedaço de tecido