Helena Aris
— A partir do momento que você grita ao mundo inteiro que pertence a mim, isso deixa de ser seu direito! — murmurou Kaelen, fitando o copo em sua mão, até erguer o rosto e fitar o meu, a voz ressoando grave, impregnada de pura fúria e possessividade.
A raiva me atingiu como um golpe no peito. Sustentei a tempestade nos olhos escuros dele sem piscar por um único segundo, mas não dei o braço a torcer. Virando as costas, fui para o quarto e tranquei a porta, deixando-o sozinho na sala.