Simon Kaelen
O celular mal tocou, eu atendi, o viva-voz do celular finalmente estalou no meu ouvido. A voz de Dante veio cortada por ruídos de estática, respiração descontrolada, o ronco de um motor em alta velocidade. — Chefe... — disse ele, a voz rouca.
— Como ela está? — Perguntei de imediato, sem dar tempo para cumprimentos, a raiva sufocando a minha garganta. — A Helena está bem?! Quem diabos está atacando vocês?!
— Nós conseguimos resgatá-la, senhor. A Senhora Kaelen está segura no carro,