Ela tentou recuperar o fôlego:
— Matteo…
— O quê? — murmurou, o nariz a roçar-lhe o pescoço, a respiração quente a descer-lhe pela pele.
— Isto… não é…
— Não é o quê? — Ele beijou-lhe o maxilar, o pescoço, e ela arqueara-se instintivamente contra ele, traindo-se.
Os dedos dele deslizaram pela curva das suas costas, sentindo a reacção do corpo antes da mente. Quando Matteo voltou ao seu olhar, trouxe um sorriso ferido, mas arrogante o suficiente para a desmontar.
— Se não me amas… porque é que o