Fui para o meu quarto, selando a porta com magia. Precisava descansar de fato. Mas antes, precisava saber como Harvey estava. Aquele tolo precisava ser alertado sobre o ataque; não queria que um dos nossos se ferisse.
Marquei o solo com magia extracorpórea, uma necessidade premente me impelia à rapidez. Sentando-me no centro, entoava com determinação:
— Conduzam-me até meu companheiro! — Exigi à magia que me guiava.
Harvey mergulhava no rio, absorto em seu banho. Observando ao redor, percebi qu