Quando o controle falha em silêncio
Caetano ficou sozinho no escritório depois que Marcus saiu. A porta se fechou, e o silêncio voltou a ocupar tudo, não como um vazio, mas como uma presença que se impunha. Ele se recostou na cadeira, cruzou os braços e deixou os olhos caírem na tela apagada do computador. Não estava cansado do tipo físico. Era outro tipo de exaustão, uma que não vinha do corpo, mas de um lugar que ele não sabia nomear direito, como se algo tivesse se deslocado por dentro e ain