As mãos de Aurelian fecharam-se em punhos sobre o assento.
— Meu Deus... você é incrível. Porra, perfeita demais.
Ela aumentou o ritmo, a cabeça movendo-se em uma cadência constante, bochechas sugadas, língua pressionando. A saliva brilhava no membro dele. Os quadris de Aurelian começaram a se elevar em estocadas curtas e involuntárias, perseguindo a boca dela.
— Mercy... eu não consigo, porra, eu preciso tocar em você. — Ele sibilou, a voz tensa.
— Por favor... me deixa te tocar.
Ela balan