Diajeng ficou chocada ao ouvir as palavras de Anita. Ela queria explicar, mas a mãe de Mahesa falava sem parar, como uma torneira que se esqueceu de fechar.
"Seu nome era Diajeng Nismara, não é? Nome bonito. Tão doce quanto a pessoa. Você também parece calma e carinhosa. Muito compatível com a personalidade de Mahesa."
Diajeng só conseguiu sorrir. Seus olhos estavam ocupados olhando em direção ao quarto de Mahesa. Parecia que ele ainda demoraria. Os guardas também estavam saindo.
Na noite anterior, ela soube que as casas dos pescadores ao longo da costa sul foram atingidas por grandes ondas de maré alta. Ela queria aproveitar isso para conseguir fugir.
"Senhora, desculpe por ficar aqui. Acontece que minha casa está sendo reformada depois de ter sido atingida por grandes ondas. Meu celular quebrou. Posso pegar emprestado um para ligar para o pedreiro que está arrumando minha casa?" perguntou Diajeng com esperança ansiosa. Ela tinha medo que a mãe de Mahesa negasse.
Mas a ansiedade desa