Dominic repousa a cabeça no encosto do sofá e fecha os olhos, enquanto o som insistente da campainha parece perfurar seus ouvidos já castigado. Logo os toques eletrônicos são substituídos por golpes na porta, mesclando-se com os protestos estridentes da mulher, uma sinfonia do caos que ele se recusa a processar.
— Não irei embora, Dominic. — A voz da mulher invade o ambiente, fazendo-o massagear as têmporas. — Abra essa porta! — Exige, com uma suposta autoridade que arranca dele um sorriso cíni