Capítulo 160
Deixou as lágrimas que vinha tentando conter descerem pelas bochechas.
— Sim, Téo. Sou eu... — murmurou.
A enfermeira da Pediatria, sua colega de trabalho e amiga. A mulher que encontrava nos corredores do hospital, com quem conversava, tomava café e que, nos últimos dias, parecia ocupar seus pensamentos cada vez mais.
Téo passou lentamente a mão pelo rosto.
— Meu Deus...
Ela apertou a máscara entre os dedos.
— Eu sei que parece...
— A tatuagem. O ramo de oliveira — ele a interromp