Capítulo 120
À noite, Luna entrou na cozinha, abriu a geladeira, fechou, abriu um armário, depois outro e franziu a testa.
— Você não tem nada para beliscar.
Téo levantou os olhos do livro que fingia ler.
— Tenho comida.
— Isso não é comida. Isso é sobrevivência.
Ela retirou um pote de iogurte natural da geladeira e o ergueu diante dele.
— Sério? Você mora sozinho e isso é o melhor que consegue oferecer para uma visita?
— Eu trabalho.
— Exatamente! Você trabalha. Não vive.
Luna começo