Capítulo 112
Alguns dias haviam passado...
A cicatriz da tatuagem de Melina começava a desaparecer, escondida onde ninguém poderia vê-la.
No Hospital, a rotina seguia intensa, mas a morte do pequeno paciente ainda permanecia viva na memória de todos que participaram daquela tentativa desesperada de salvá-lo. Principalmente na de Téo.
Naquela tarde, ele estava no escritório na cobertura do hospital. Uma batida suave interrompeu seu raciocínio.
— Entre.
— Ainda enterrado em papelada?
Téo e