BÔNUS - ANTHONY GUERRA
Quando finalmente atravessei os portões da delegacia, a primeira coisa que senti foi o ar frio batendo contra o meu rosto.
Liberdade.
Por alguns segundos, fiquei parado, respirando profundamente, como se precisasse ter certeza de que aquilo estava realmente acontecendo.
Eu estava livre.
Meu pai havia conseguido.
O sobrenome Guerra ainda tinha peso suficiente para abrir algumas portas que deveriam permanecer fechadas.
Olhei para o carro esperando por mim e dei alguns passo