Elizabeth
Presságios
Acordei com o coração acelerado, como se tivesse sido arrancada de um sonho que não conseguia lembrar. O quarto ainda estava mergulhado numa penumbra suave, mas algo em mim já estava desperto demais. Estiquei o braço até o celular na mesa de cabeceira e, quando vi o horário, sentei na cama de um salto.
— Não… isso não — murmurei, sentindo o estômago afundar.
Eu nunca acordava atrasada. Nunca.
Levantei apressada, os pés descalços tocando o chão frio do apartamento que cheira