Mundo ficciónIniciar sesiónXXIV - O JARDIM DAS DELÍCIAS TERRENAS
FAUNO: Sinto o sabor da uva em minha língua, tão doce. Aproveitai e bendizei! Unidos somos poetas segurando o mesmo pomo da imortalidade [toca flauta com as ninfas ao redor].
Ó Deus do Trovão, será que eu posso sentir o teu choro entre minhas mãos?
Ou podes consumir os homens como as chamas?
Aqui







