O jardim do Orfanato Santa Luz continuava cheio de vozes, risadas e movimento, mas para Ayla tudo havia desaparecido no instante em que seus olhos encontraram os de Gael Valença.
O vento ainda balançava as fitas coloridas presas entre as árvores, as crianças ainda corriam perto das mesas decoradas, o perfume de baunilha e frutas vermelhas ainda escapava das bandejas preparadas pela Douce Lune, mas nada disso parecia real.
Real era apenas ele.
Parado a alguns metros de distância, elegante em s