A cabeça do cara aparece pela porta, tão bruta quanto possível. Já imaginei mil maneiras de fazer a testa dele inchar por ser tão idiota.
"O que você está fazendo?", ele pergunta, sentando-se na cadeira em frente à minha mesa.
"Trabalhando", respondo, constatando o óbvio.
"Vamos comer, estou com fome." Mas esse é outro problema; ele não me deixa em paz por um segundo.
"Preciso terminar isso", digo, apontando para os papéis na minha mesa.
"Você pode terminar depois."
E o pior é que eu concordo,