Pode tirar o seu camelinho da tenda, porque ele anda muito folgado ultimamente.
O quê?
Como?
Onde?
Por quê?
As perguntas se atropelam dentro da minha cabeça, e por alguns segundos fico tão confusa que esqueço até de respirar.
—Como fará isso? —sussurro.
Minha voz sai fraca, quase hipnotizada pelos olhos castanhos e escuros fixos nos meus. Existe alguma coisa naquele olhar que me desconcerta. Rashid fala com tanta convicção que, por um instante, quase acredito que ele realmente pode mudar a minha situação.
Quase.
—Tenho os meus meios —responde ele, aproximando-se mais. —Só