Horas depois, chegamos ao nosso destino. A casa por fora parecia modesta, mas seu interior estava bem equipado para as necessidades deles. Dona Maria, a governanta, ouvia nossas instruções atentamente. Me ajoelhei para ficar na altura de Ana, que olhava para mim com seus olhos cheios de curiosidade.
"Aninha, você vai ficar aqui por um tempinho, está bem, minha princesa?", sinalizei a pergunta a ela, e ela assentiu.
"E você e o papai, por que não ficam comigo?", ela perguntou, sua voz carregada