Abri os olhos mais uma vez com cuidado, piscando para a luz que inundava o quarto. O som das máquinas zumbindo e o cheiro familiar do hospital me trouxeram de volta à realidade. Minha mente estava turva, mas eu estava consciente, e isso era tudo o que importava.
No canto do quarto, vi uma figura familiar. A médica estava de pé, olhando para mim com um sorriso gentil. Ela se aproximou e pegou minha mão com cuidado.
"Olá, Ohana. Como se sente?"
Minha voz saiu como um sussurro rouco, e eu me esfor